Sempre existe um certo nervosismo ao experimentar algo novo. É o medo do desconhecido, principalmente quando não temos certeza do resultado. O mesmo acontece com muitas empresas que, ao fazer um primeiro contato com parceiros ou investidores em outro país, já criam a expectativa de conquistar a expansão internacional. Mas não é tão fácil quanto parece.

A realidade do mercado

Na comunicação, há dificuldades comuns em qualquer país quando você não domina o idioma local nem conta com alguém que ajude a fazer essa ponte. Também é preciso considerar as nuances culturais e as formas de fazer negócio: gestos considerados normais numa cultura podem não ser em outra.

Escritório local

Pode parecer o cenário ideal, mas costuma ser arriscado e caro. Por quê? Cada país tem leis, impostos e taxas diferentes, e operar num novo mercado pode implicar custos extras que não aparecem no plano inicial.

Equipe local

É uma ótima ideia: quem é do lugar conhece o mercado local. Mas como fazer uma contratação qualificada quando você não fala o mesmo idioma? E quanto tempo leva até encontrar as pessoas certas?

Onde entra o outsourcing de vendas

Talvez por orgulho ou por pressão dos investidores, muitas empresas decidem assumir sozinhas todo o ciclo de vendas no novo mercado. A decisão final é delas — e é um argumento forte.

A principal vantagem do outsourcing de vendas é ter um parceiro conduzindo todo o ciclo comercial — da validação inicial do mercado, avaliação e planejamento do potencial, até a segmentação e identificação de leads e a gestão do processo de vendas —, de forma organizada e metódica.

Outro benefício é que o trabalho é executado por profissionais qualificados e experientes, que conhecem o mercado e a cultura e têm rede de contatos local. Eles trazem o know-how para acelerar o retorno sobre o investimento e reduzem o risco da entrada. Em resumo, a empresa aproveita as vantagens de entrar num novo mercado com uma fração do risco.